

O valor de um não bem dito
Executivos que não sabem dizer “não” acabam soterrados por demandas, reuniões e projetos que não fazem sentido. O resultado? Perdem foco, energia e credibilidade. Dizer “não” não é rejeitar pessoas, é proteger prioridades. O segredo está na forma. Um “não” mal colocado fecha portas, mas um “não” bem dito abre espaço para o “sim” certo. É como ajustar a agenda: você não recusa porque não quer ajudar, mas porque precisa estar disponível para o que realmente importa. Negar com e


Direto não é agressivo
Muitos executivos acreditam que ser direto significa falar sem filtro, quase como um “tapa na cara corporativo”. Mas assertividade não é brutalidade. É a arte de dizer o que precisa ser dito com clareza , sem rodeios, mas também sem atropelar quem está ouvindo. A diferença entre ser direto e ser agressivo está no tom e na intenção . O agressivo fala para vencer, o assertivo fala para construir . O agressivo cria resistência, o assertivo abre espaço para diálogo. E no


Estratégia só existe se comunicada
Depois de 6 artigos que mostraram como ouvir melhor, alinhar mensagens e tornar a sustentabilidade pop, é hora de virar a página. A próxima temporada já está escrita: 12 novos módulos sobre os dilemas e oportunidades da comunicação executiva. Todos esses conteúdos são parte da Mentoria a2 , a nova jornada de "Comunicação para Executivos Antenados" que desenvolvi com o Luis Alcubierre Mais profundidade. Mais provocações. Mais prática. Prepare-se: o próximo capítulo


Clareza é o novo poder
No mundo corporativo, quem fala difícil acha que está mostrando autoridade. Mas quem fala claro conquista atenção. Clareza não é simplificação boba, é inteligência aplicada. É a capacidade de transformar complexidade em algo que qualquer pessoa entende e, mais importante, aplica. Executivos que dominam a clareza são lembrados. Seus discursos viram referência, suas reuniões geram ação. Já os que complicam demais… viram ruído. O mercado não tem tempo para decifrar charadas. Cla


A comunicação que move líderes
Ao longo dos anos, aprendi que executivos não se transformam por acúmulo de técnicas, e sim por expansão de consciência. O que realmente muda um líder é quando ele passa a enxergar, com nitidez, as dinâmicas invisíveis que moldam decisões: os vieses, os impulsos, os ruídos culturais, as pressões silenciosas, os medos não declarados. Quando isso se torna mais evidente, a comunicação deixa de ser um instrumento e passa a ser um sistema de navegação. E é aí que a mentoria ganha


O mal-entendido que mudou tudo
Às vezes a vida nos oferece enredos que nenhum roteirista ousaria escrever. Em 1989, eu era um garoto começando na redação da 89FM, ainda com cheiro de pauta fresca e um entusiasmo quase ingênuo. O Sistema Jornal do Brasil operava a emissora e eu tentava encontrar meu lugar naquele universo acelerado. Numa manhã comum, tocou o ramal da redação. A telefonista anunciou: “É o assessor de imprensa da Dow Química”. Respirei fundo e atendi. Do outro lado estava alguém educado, técn











